My Stick Family from WiddlyTinks.com




Desenvolvimento dos bebês de 12 a 18 meses

quinta-feira, 19 de junho de 2008


Como seu filho está crescido e tem mais contato com outras crianças, fica mais exposto também à ação das bactérias.
Infecções bacterianas são sempre uma dor de cabeça para as mães. As mais comuns são as de garganta e ouvido. As crianças ficam com febre alta, caídas, não querem comer, preferem a televisão a qualquer brincadeira. Muitas vezes não têm outros sintomas aparentes, como um nariz escorrendo, por exemplo.
As amídalas, quando são infectadas por uma bactéria, ficam inchadas, vermelhas e cobertas por uma secreção amarelada. Somente um pediatra experiente saberá identificar e recomendar o tratamento. No caso de infecção bacteriana, pode ser que o profissional prescreva um antibiótico.

As otites geralmente ocorrem depois de um resfriado ou dor de garganta. O que acontece é que as bactérias "migram" de uma região para a outra e provocam a infecção no ouvido. É um problema bastante comum nas crianças pequenas porque a tuba auditiva delas é mais horizontal e próxima da adenóide (tecido linfático localizado no segmento superior da faringe), o que as torna vulneráveis.
Otites deixam as crianças irritadas, com febre, com dificuldade para dormir ou mamar. Pode haver secreção no ouvido, também.
O tímpano fica vermelho e abaulado e o tratamento é feito com antibióticos, sempre indicados pelo pediatra. Algumas vezes é preciso tirar a secreção, pulsionando. Lavar o nariz com soro fisiológico é uma medida preventiva que deve ser feita todos os dias, sem contra-indicação. Atenção: cada bebê tem um ritmo de desenvolvimento e de crescimento.
É normal que haja variações. Se você tiver alguma dúvida, consulte o pediatra de seu filho.
Você já parou para pensar na evolução de seu filho desde que ele nasceu?
Há pouco tempo ele era um bebê pequenininho e tudo o que fazia era mamar e dormir. Houve enormes conquistas motoras, mentais e sociais de lá para cá, não é mesmo?

O cérebro e os estímulos externos foram os grandes responsáveis. O desenvolvimento de uma criança inclui etapas importantes. Primeiro ela firma a musculatura dos olhos, depois sustenta o pescoço, o tórax e, finalmente caminha. E é esta, uma das maiores conquistas na vida de um bebê, que ocorre entre 12 e 18 meses. Você vai se emocionar ao acompanhar de perto seu filho aprendendo a andar.
Muitas vezes corajosa, a criança se apressa, dá dois passos e cai sentada. Ou pensa melhor e pára no meio do caminho, de repente, sem saber o que fazer. Primeiro dá apenas alguns passinhos, depois alguns mais, até que ganha segurança e sai poderosa com seu "andar de patinho".
Logo, logo ela vai aprender a correr, empilhar cubos, encaixar objetos, subir nos móveis, mexer em tudo. Elas adoram repetir movimentos, tirar as coisas do lugar, "falar" no telefone, "fazer" comida, empurrar o carrinho pelo chão. Agora, sim, elas começam realmente a falar.
No começo, uma ou duas palavras, aos poucos o vocabulário se amplia. Já conhecem o nome das coisas e começam a repetir o que ouvem. Cuidado para não frustrar as tentativas de fala. Muitas vezes, a criança começa a dizer "á" e a mãe interrompe: "ah, você quer água?".
Espere que ela termine de falar antes de atender os seus pedidos, e não atenda a linguagem gestual. Nesta fase as crianças crescem, em média, 0,5 centímetro ao mês e engordam cerca de 150 gramas no mesmo período. Seu filho já quer comer sozinho? Você sabe que ele vai fazer a maior bagunça na cozinha? Pois a única solução (ou a melhor delas) é se preparar para limpar depois.
É muito importante que ele tente. Uma maneira de garantir a refeição é dar uma colher para ele e ficar com outra, assim você aproveita os intervalos entre uma tentativa e outra. Com 1 ano e 3 meses, todos os alimentos já estão liberados e seu filho já pode comer o mesmo que a família.
Fique atenta para a variedade de alimentos no prato (uma dica: alimentação variada é sempre colorida) e tome muito cuidado com o excesso de doces, frituras, alimentos gordurosos e refrigerantes. Incentive o consumo diário de frutas, legumes e verduras.
Um prato balanceado deve ter: carboidratos (arroz, milho, batata, fubá), que fornecem a energia para o crescimento e ajudam no metabolismo da proteína; vitaminas e minerais (os legumes, frutas e verduras), que regulam os processos bioquímicos do organismo e aumentam a resistência imunológica, além de evitar as carências nutricionais; as proteínas, o cálcio e o ferro (carnes, ovos e laticínios), porque ajudam na multiplicação das células, fundamentais para o crescimento, a gordura (óleos e azeites) e os açúcares (frutas), que ajudam no metabolismo do sistema nervoso, da visão e do desenvolvimento psicomotor, além de complementar a energia de que seu filho precisa.
Seu filho está querendo andar, mas não consegue? Ninguém melhor do que você para ajudá-lo. Fique dois passos na frente do bebê, ajoelhe no chão e chame-o. Se ele chegar até você faça festa e comemore. Depois vá aumentando a distância. Cuidado para não cansá-lo fazendo isso repetidas vezes. Pare assim que sentir que ele não quer mais brincar.
A fala também merece atenção. Tenha paciência para ouvir o que ele quer falar - e para tentar entender o que ele quer dizer. Evite a linguagem tatibitate, infantilizada e gestual. No lugar de falar "nanar", fale "dormir". O tom de voz deve ser o mesmo que você usa com qualquer adulto, nada de falar cantando ou "chorando". E fale muito: dê nome às coisas, enquanto está fazendo. Um exemplo: "Vou fazer um suco para você lá na cozinha. Vou cortar a laranja e o mamão. Vou espremer a laranja e agora vou colocar tudo no liquidificador até virar suco". Ele vai ouvir e, logo logo, repetir as palavras. Livros de pano e de plástico fazem sucesso. É importante arrumar um tempinho para "a hora de contar história" na rotina de vocês. E que tal deixar uma música de fundo enquanto seu filho brinca? Um passeio muito legal de fazer nessa fase é ir a livrarias, sentar na parte de livros infantis e deixar que ele escolha os livros que quer ler.
Parques que tenham pula-pula (cuidado com o excesso de crianças no brinquedo) e piscinas de bolinha também fazem sucesso nessa fase, exceto para os alérgicos. Nunca é demais lembrar: deixe seu filho tentar, supervisionando de perto os seus movimentos. Ele quer subir no trepa-trepa? Fique do lado, ajude a levantar a perninha, segure se for cair. Brincadeiras na piscina e na praia exigem ainda mais atenção. Primeiro por conta da pele do bebê, que é mais delicada. Sol apenas antes das 10h00 e depois das 16h30 e com filtro solar infantil, sem colorante e dermatologicamente testado, com fator de proteção adequado ao tom de pele do seu bebê (pergunte ao seu pediatra). Não deixe que seu filho fique sentado diretamente na areia. Uma esteira ou toalha reduz o contato que pode irritar a pele ou causar alergia. Água e água de coco são ótimas aliadas contra a desidratação.
Mas não se deve ficar tempo demais dentro da piscina ou do mar. Intercale esses períodos com brincadeiras embaixo do guarda-sol (de preferência os que não são de nylon, que passam maior radiação solar). Para entrar no mar ou na piscina, só se um adulto (que saiba nadar) estiver junto. Deixe seu filho sempre com bóias de braço (elas são baratas e fáceis de encontrar para comprar, embora não substituam a presença de um adulto) enquanto estiver na região da piscina ou na praia. A natação é um esporte que pode ser feito desde bebê: faz bem para o pulmão, movimenta os membros, é, enfim, um esporte global. Sem falar na parte lúdica do contato com a água. Os bebês que fazem natação também dormem melhor, por conta do exercício

Fonte: Site da pomada Hipoglós
 
posted by Vivi a mamãe do Francisco e da Giovana at 6/19/2008, |

2 Comments:

Matéria super legal, só não sou a favor de usar soro no narizinho todo dia e hora, acho uma judiação. Mas os outros pontos são bem assim mesmo,super corretos qto a evolução etc. Só precisamos que esse frio de uma trégua para voltar a levar nossos pequenos no parque caminhar na grama etc, pq nesse frio só mesmo trancado dentro de casa. aff.
Francisco está com uma carinha de arteiro d+.
Beijos
Olá Vivi!
Quero te agradecer a visitinha e te dizer que sempre que puder passarei por aqui pra saber das tuas novidades.
Eu moro em Santa Catarina (Tubarão), estamos perto né, hehehe...
Bjs e um ótimo fim de semana!